E se os nossos caminhos se perderem nesse destino sem promessas juro, tentar não lutar contra o te esquecer, não se lembrar dos momentos sórdidos e proibidos que me fez apaixonar e acreditar que essa paixão poderia ser vivida sem danos. Tais danos que um dia acreditei não poder existir são hoje, os que me arrancam lágrimas por tua ausência.
É esse meu querer quase que sem explicação e que torna-se para os demais um não querer e vai me deixando confusa, confunde também aos que tentam entender e que jamais terão uma resposta sobre o que define esse desejo.
É usar a censura para sair um pouco da insanidade que meu corpo viaja ao lembrar-se dos momentos proibidos que juntos nos permitimos e assim viver você no pessoal e principalmente nas lembranças dos teus toques.
É usar a censura para sair um pouco da insanidade que meu corpo viaja ao lembrar-se dos momentos proibidos que juntos nos permitimos e assim viver você no pessoal e principalmente nas lembranças dos teus toques.
Um amor que não vem do peito, e sim das pernas. Não sou eu que te amo, são minhas coxas, que não hesitam em cair delirante ao lembrar-se da dança constante que nossos corpos tendem a narrar quando estamos juntos. São meus tendões que pulsam a tua ausência, gritam aos teus olhos a nossa vontade.
Vem logo, faz tua base em nossos delírios e finca de vez tua bandeira nessa história de fato sem sucesso. Já que o futuro são as lembranças do hoje, vamos nos encontrar mais além, vamos nos amar enquanto ainda nos é permitido e nos perder na falácia que é esse nós. Nesse íntimo proibido que se torna real quando me encontro nos teus braços e me perco entre sonhos, vontades e no louco desejo que me domina e me faz fechar os olhos ao comando dos teus lábios.
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