sexta-feira, 30 de setembro de 2011

...E foi assim!

Fazia tempo que não respirava aliviada, sempre uma lágrima aqui, outra ali e no canto da boca um sorriso meio insatisfeitos. Várias noites perdidas procurando razões para os acontecimentos e nada, apenas o desconsolo... 

Hoje ao acordar, abri os olhos e tive vontade de rir. (rs!) Abri os olhos e percebi que sonhos sempre serão bem vindos, algumas pessoas hão de te machucar, mas essa mesma dor é passageira(por mais que você afirme que não, passa!). E quando você abrir novamente os olhos para um amanhã, terá alguém no meio do teu caminho que te quer. Que estará de  braços abertos para ninar teus sonhos, vestir teus medos e te apertar quando a insegurança bater. (Quando ela não bater também)

Também percebi que enquanto nós sonhamos boa parte do que a gente quer que aconteça já estar acontecendo. Amigos maravilhosos, familiares que te amam, pessoas que te fazem bem (principalmente ao darem notícias ao acordar).  ás 5hrs (rs!).

... E pasmem,

Pois, esse texto não será repleto de romance ou palavras bonitas. É apenas resultado de uma cabeça limpa, tranquila, pronta pra novas histórias, novos amores e emoções. A afirmação de um "EU" aprisionado em questionamentos que tenta se construir cada vez mais.

"Talvez, a borboleta esteja querendo tonar-se prioridade nesses dias de reflexão...
 

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

E eu, quem sou?

Sem vontades, procuro me achar nesse intimo confuso em que a própria majestade não sabe decifrá-lo. Me perco nessa procura, observo o quanto ainda não sei de nada. Como diria o grande: "Só sei do que não gosto." Todo o resto, tento abraçar de uma só vez na ansia de apaixonar-me e enfim adotar de maneira sagrada o lugar de onde tirar minhas inspirações. Seja um eu, seja um colo, seja até mesmo um livro. 
No meu texto esse tal espectador que tenta me decifrar não vê que cada pedaço encontra-se no contexto. De flor em flor e nas páginas de um ser vou construindo meus versos. Vou montando a paixão pelo interior quase que sempre desconhecido. Por esse infinito sem resposta mas, cheio de teorias, afirmo que não me escondo nas palavras, apenas me liberto. Definir esse "EU" é conviver na contradição de um entendimento exato. É conhecer um mundo onde só as próprias palavras que te contradizem são as que podem me esclarecer.