quinta-feira, 1 de setembro de 2011

E eu, quem sou?

Sem vontades, procuro me achar nesse intimo confuso em que a própria majestade não sabe decifrá-lo. Me perco nessa procura, observo o quanto ainda não sei de nada. Como diria o grande: "Só sei do que não gosto." Todo o resto, tento abraçar de uma só vez na ansia de apaixonar-me e enfim adotar de maneira sagrada o lugar de onde tirar minhas inspirações. Seja um eu, seja um colo, seja até mesmo um livro. 
No meu texto esse tal espectador que tenta me decifrar não vê que cada pedaço encontra-se no contexto. De flor em flor e nas páginas de um ser vou construindo meus versos. Vou montando a paixão pelo interior quase que sempre desconhecido. Por esse infinito sem resposta mas, cheio de teorias, afirmo que não me escondo nas palavras, apenas me liberto. Definir esse "EU" é conviver na contradição de um entendimento exato. É conhecer um mundo onde só as próprias palavras que te contradizem são as que podem me esclarecer.

2 comentários:

  1. Escrever com beleza a realidade não é fácil.Adorei viu? Eu,que gosto de escrever também, acho um máximo quando leio algo que é um interno próprio e um interno coletivo sabe? Super me indentifiquei :*

    ResponderExcluir
  2. REALMENTE SE EXPRESSAR TRAVÉS DAS PALAVRAS NÃO É FÁCIL, PORÉM COMO O PRÓPRIO TEXTO DIZ É UM POUCO CONTRADITÓRIA AS PALAVRA ASSIM COMO COMPLEXAS, MAS QUEM FOI QUE DISSE QUE A VIDA É SIMPLES. GOSTEI DO SEU TEXTO. PORÉM SOU MAIS POÉTICA OU SEJA ROMANCISTA.

    ResponderExcluir