(desespera)
Se meus passos pudessem caminhar conforme a razão diria a mim mesmo que levasse pra bem longe seu semblante do meu peito, esse mesmo tão perfeito que nada diz em verdade aos meus sentimentos.
Já não existem mais amores como nos contos que sempre ouvi das mais românticas do passado, meu peito paralisou diante dos teus olhos e várias vezes tentei desviar o olhar pra não me entregar. Puxando forte a respiração e lutando pra te contar dos meus antigos tremores as tuas investidas.
Vejo que você ainda não percebeu(ou não quis perceber) que nossa vez chegou, nossos olhos se encontraram e desde o primeiro beijo já sabíamos que em sintonia nossas estrelas comemoravam. Enfim. Enfim, voltaste de outra vida, de algum céu azul ou apenas de um lugar distante pra alegrar meus dias. E eu com tantos medos ainda pretendo vestir os teus, ganhar tua rotina e anestesiar meu drama me sentindo acolhida em teus braços. Já disse uma vez: "vem fazer morada de baixo do meu teto", mas vem logo, vem de uma vez que eu não vejo a hora de te receber, não vejo a hora de descansar esses braços estendidos a tua espera nos arredores dos teus ombros e meus olhos então que se molham ao imaginar o fascínio da tua volta (de outras vidas) tão esperada pelo meu intimo.
Já não existem mais amores como nos contos que sempre ouvi das mais românticas do passado, meu peito paralisou diante dos teus olhos e várias vezes tentei desviar o olhar pra não me entregar. Puxando forte a respiração e lutando pra te contar dos meus antigos tremores as tuas investidas.
Vejo que você ainda não percebeu
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